Case de sucesso: como a Rumo reduziu filas e otimizou o pátio de Rondonópolis com soluções nstech
maio, 2025 / Por nstech
Os clientes têm pressa e para atender a demanda por agilidade e eficiência nas entregas é necessário conhecer os tipos de fretes e fazer escolhas adequadas para o envio das cargas.
Saber qual modalidade usar é estratégico, afinal, as principais metas no transporte de cargas envolvem otimização dos processos de entrega, redução de custos e aumento da qualidade do serviço.
As características da carga, necessidades do cliente e perfil da operação logística são pontos a serem considerados antes de tomar qualquer decisão. Neste artigo, aprenda tudo o que é necessário para escolher sem erro!
Os dois tipos de fretes principais são o CIF e o FOB. As siglas se referem a diferentes modalidades de pagamento e responsabilidade no transporte de cargas.
O CIF é uma modalidade de frete para entregas internacionais em que o vendedor se encarrega do pagamento pelo transporte até o porto de destino do comprador e assume a maioria dos riscos da operação.
O vendedor é responsável pela embalagem, manuseio, documentos e se encarrega do pagamento pelo frete por via marítima e pela contratação do seguro. Somam-se às responsabilidades as despesas de desembaraço aduaneiro, taxas portuárias, içamento da carga e transporte terrestre para levar a carga do porto até o destino.
A vantagem é o maior controle sobre o processo, principalmente em cargas de alto valor ou quando a negociação envolve compradores inexperientes. Como o valor do frete CIF inclui todos os custos, o comprador não precisa se preocupar com contratação de transporte, seguro e desembaraço aduaneiro.
O frete FOB, em português “Livre a Bordo”, é a modalidade na qual o comprador assume grande parte dos custos e dos riscos da operação assim que a carga é colocada a bordo do navio.
Entre os tipos de fretes, o FOB é o que melhor divide as responsabilidades. Ao comprador cabem os custos do frete e do seguro marítimos, despesas de desembaraço aduaneiro, taxas portuárias e contratação do transporte terrestre entre o porto e o destino final.
Neste caso, o vendedor se isenta das responsabilidades após o embarque no navio. O frete FOB é mais barato e mais rápido para o vendedor, que não precisa se preocupar com todos os trâmites.
Já o comprador tem mais controle sobre o processo de transporte e sobre a negociação do frete marítimo, contratando um seguro de acordo com suas necessidades e orçamento.
Esse tipo de frete é usado geralmente para grandes volumes de carga e quando o comprador é experiente para lidar com importações.

Os tipos de fretes variam conforme as características da operação e das necessidades logísticas. Cada modalidade tem vantagens distintas.
É quando a transportadora contratada repassa parte do serviço para outra empresa de transporte. O objetivo é ampliar a capilaridade e o alcance das entregas ou atender a uma demanda específica do cliente.
Na subcontratação, a vantagem está na parceria com transportadoras especializadas em rotas e tipos de carga específicos e na redução de custos.
A desvantagem é que a transportadora principal perde parte do controle e aumenta o risco de problemas com a carga.
É o transporte de carga sem intermediários. O cliente contrata uma transportadora que se encarrega da entrega no destino final.
A vantagem é o maior controle sobre o serviço, comunicação direta e resolução mais ágil de eventuais problemas. No entanto, dependendo do porte e da capilaridade da transportadora, pode haver limitação de alcance e menos flexibilidade.
Neste caso, os custos podem ser mais altos, já que a transportadora contratada precisa desenvolver a estrutura para atender a demanda total do cliente.
Ocorre quando a carga é redirecionada, intencionalmente, para outro destino, sem necessidade de novo embarque. O objetivo é adaptar a rota em caso de imprevistos sem a obrigação de fazer um novo processo de transporte.
Pode ser mais econômico porque utiliza parte da infraestrutura e dos serviços contratados. Serve para otimizar rotas e facilitar a consolidação ou divisão das cargas em remessas para diferentes destinos.
O ponto de atenção está no prazo de entrega. A chance de atraso é maior e em negociações internacionais pode haver exigência burocrática adicional quando a carga não vai direto ao destino.
Semelhante ao redespacho, essa modalidade envolve a passagem da carga por um depósito antes de ser enviada ao destino. Permite o agrupamento de cargas de diferentes origens com destino similar, otimizando o transporte e reduzindo custos.
Entre os tipos de fretes, este oferece a possibilidade de dupla checagem, pois a carga pode ser inspecionada e conferida antes do novo envio. O armazenamento temporário está entre as possibilidades, considerando que a mercadoria fique à espera de melhores condições para a entrega.
O problema é que, no geral, o redespacho intermediário tem taxas adicionais de armazenagem, movimentação e manuseio. A dica é avaliar se esse tipo de frete, com prazos de entrega e custos mais elevados, se justifica.
As características da carga influenciam na escolha do frete. As opções mais comuns são a carga fracionada e a carga lotação, cada uma com suas particularidades, desafios e vantagens.
Nesta modalidade, o mesmo veículo transporta diversas cargas, de diferentes remetentes, para vários destinatários. Otimiza espaço, custos e é indicada para volumes menores, que não completam a capacidade de carga do caminhão.
Em geral, o custo por tonelada é menor do que na carga lotação, já que os gastos com transporte são divididos. A flexibilidade na escolha de datas e horários de embarque é maior.
Já o prazo de entrega tende a ser um pouco maior porque é necessário agrupar as cargas para otimizar o roteiro. O manuseio é outro desafio, pois a carga pode ser carregada e descarregada diversas vezes, o que aumenta o risco de avarias, danos ou entregas erradas.
Essa é a escolha quando a carga completa o caminhão. É um tipo de frete considerado exclusivo, já que o veículo é dedicado ao transporte de uma única carga, de um único remetente para um único destinatário.
Costuma ser a escolha para volumes que ocupam toda a capacidade do caminhão ou que exigem cuidados especiais. Como o veículo segue direto para o destino, as entregas são mais rápidas.
A segurança é outra vantagem (a viagem não é compartilhada e a carga não precisa ser manuseada, o que reduz o risco de avarias). O custo, no entanto, é maior. O remetente se responsabiliza pelo custo total da viagem, mesmo que não preencha o caminhão completamente.
Não é utilizada por empresas com menor volume de produção, já que exige um volume mínimo de carga e tem menor flexibilidade na escolha de datas e horários para embarque.

Depois de conhecer todos os tipos de fretes, é importante considerar qual a modalidade mais apropriada para cada operação.
O primeiro ponto a se considerar é a característica da carga: tamanho e volume, tipo de produto, valor agregado e necessidade de maior segurança. Outro aspecto é prazo combinado para a entrega.
Carga lotação, em geral, chega mais rápido. Já a carga fracionada tem flexibilidade na escolha de datas e horários. Pode ser vantajosa para pequenos volumes e curtas distâncias.
É essencial ainda avaliar o orçamento disponível e os custos adicionais que incidem sobre os diferentes tipos de fretes. Por fim, utilize sistemas modernos para a gestão do frete.
A nstech tem as melhores soluções para isso. Confira as tecnologias disponíveis para embarcadores e fale com quem é especialista no assunto.
A escolha do frete é uma decisão estratégica que impacta diretamente na agilidade das entregas, na satisfação do cliente, na otimização do processo logístico, na vantagem competitiva e na reputação da empresa.
Neste artigo conhecemos todos os tipos de fretes e a importância de investir tempo e atenção na escolha da modalidade ideal. Ao tomar a decisão correta e contar com a ajuda da nstech, você desfruta de uma série de benefícios.
janeiro, 2026 / por nstech
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