Case de sucesso: como a Rumo reduziu filas e otimizou o pátio de Rondonópolis com soluções nstech
maio, 2025 / Por nstech
Acidentes, roubos, avarias e outros incidentes logísticos continuam no topo das preocupações do setor de transportes no Brasil.
Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o país registrou mais de 10 mil roubos de cargas em 2024, com prejuízo superior a R$1 bilhão – aumento de 21% em relação ao ano anterior.
Além disso, falhas operacionais, como acidentes causados por manutenção inadequada da frota ou erros humanos, continuam impactando a segurança no transporte de cargas.
Diante desse cenário, garantir a integridade das mercadorias e a segurança dos envolvidos na operação exige uma abordagem preventiva e orientada por dados.
Neste artigo, você vai entender como a gestão de riscos é diretamente responsável por melhorar a segurança no transporte, com práticas que vão da identificação e avaliação de ameaças até a adoção de medidas preventivas eficazes.
A gestão de riscos no transporte pode ser definida como a prática de reduzir ou evitar os sinistros e os prejuízos. É um processo proativo que envolve a identificação e avaliação de todos os riscos envolvidos, resultando na implementação de medidas que os minimizem ou eliminem.
Essa gestão abrange uma atenção especial a três tipos principais de ameaça:
A aplicação de uma gestão de riscos eficaz tem um impacto direto na segurança no transporte. Para conseguir bons resultados, a palavra-chave é prevenção.
A análise de riscos permite identificar pontos críticos nas rotas, como trechos perigosos, áreas de alta incidência de acidentes e condições climáticas desfavoráveis.
Com essas informações, as empresas definem trajetos mais seguros, estabelecem limites de velocidade e até mesmo determinam a melhor hora para o transporte.
Além disso, a gestão de riscos envolve a verificação rigorosa das condições veiculares por meio de manutenção preventiva e capacitação dos motoristas, garantindo que eles estejam preparados para lidar com qualquer imprevisto.
O gerenciamento de risco é a principal barreira contra a criminalidade. A identificação de possíveis riscos e de áreas perigosas é o primeiro passo. Tecnologias como rastreamento veicular, telemetria e o uso de inteligência de rotas se tornam indispensáveis nesse processo.
Essas ferramentas permitem o monitoramento contínuo e ininterrupto das viagens, alertando a central de operações em tempo real. Isso faz com que as medidas de segurança no transporte sejam proativas e não apenas reativas.
Aderir às normas da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e a outras legislações que tratam do transporte de cargas não é apenas uma forma de evitar penalidades, é também uma forma de garantir a segurança dos envolvidos na operação.
A gestão de riscos deve levar em conta todas as leis e, assim, ter segurança jurídica e operacional.
Como já vimos, o transporte de cargas é uma atividade complexa, com diferentes tipos e níveis de risco. Veja quais são os principais e como evitá-los.
O gerenciamento de riscos envolve prevenção, tomada de decisão baseada em dados e redução de custos.
A análise de riscos é a base da prevenção. Ao mapear os pontos fracos da operação, uma empresa pode agir antes que um problema aconteça.
Se a análise de dados mostrar, por exemplo, que a incidência de acidentes é maior em uma determinada curva de uma rodovia, a empresa pode indicar uma rota alternativa ou orientar seus motoristas a redobrarem a atenção.
Telemetria, sensores e históricos das viagens permitem que a tomada de decisão seja baseada em dados.
Informações sobre o comportamento do motorista (como acelerações ou frenagens bruscas), consumo de combustível e localização exata do veículo fornecem um panorama completo da operação.
Isso permite identificar condutores que precisam de treinamento e planejar rotas mais eficientes para garantir a integridade da carga.
A prevenção, por si só, já traz economia. Cada roubo, acidente ou avaria evitada se traduz em menos prejuízo.
A gestão de riscos reduz custos com seguro, taxas de inatividade do veículo e reparos. Ou seja, a relação entre prevenção e economia é direta e inquestionável. Investir em segurança é, na verdade, investir em lucratividade.
A implementação de uma gestão de riscos eficaz não precisa ser um processo complexo. Para facilitar, listamos a seguir alguns passos práticos e efetivos. Confira o passo a passo da gestão de riscos eficiente.
A Unilever é um exemplo da eficácia da gestão de riscos. Para enfrentar desafios, como altos índices de sinistralidade e custos elevados, a empresa aprimorou a segurança das operações com tecnologia.
Em parceria com a nstech, implementou o Programa de Prevenção de Acidentes. A iniciativa incluiu o mapeamento detalhado dos riscos e a reestruturação completa dos processos de gerenciamento.
O resultado foi impressionante: uma redução de 81% nos roubos e acidentes, gerando uma diminuição dos prejuízos de mais de R$17 milhões.
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Além da Unilever, outras grandes companhias tiveram resultados expressivos ao implementar novas ferramentas de gestão de riscos. Em parceria com a nstech, a Axon zerou a taxa de sinistralidade, reduziu custos e agregou valor às operações dos clientes.
Já a Marfrig aliou a solução de gerenciamento de riscos da nstech com inteligência de dados e reduziu em 40% sua taxa de risco em um ano. O resultado foi de R$2,1 milhões em cargas recuperadas.
A segurança no transporte começa com a prevenção. Não se trata de reagir a um problema, mas, sim, de criar um ambiente operacional onde os eventos de riscos são minimizados.
Uma gestão de riscos é a estratégia que permite que empresas de todos os portes não apenas evitem prejuízos, mas também construam uma operação mais eficiente, segura e confiável.
Quer saber como a nstech se tornou referência em gerenciamento de riscos nas operações de transporte? Fale com um especialista e peça uma demonstração.
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