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Relação entre gestão de risco e segurança no transporte

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Escrito por nstech

homem de tiro medio conduzir um camiao (1)

Acidentes, roubos, avarias e outros incidentes logísticos continuam no topo das preocupações do setor de transportes no Brasil. 

 

Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o país registrou mais de 10 mil roubos de cargas em 2024, com prejuízo superior a R$1 bilhão – aumento de 21% em relação ao ano anterior.

 

Além disso, falhas operacionais, como acidentes causados por manutenção inadequada da frota ou erros humanos, continuam impactando a segurança no transporte de cargas. 

 

Diante desse cenário, garantir a integridade das mercadorias e a segurança dos envolvidos na operação exige uma abordagem preventiva e orientada por dados.

 

Neste artigo, você vai entender como a gestão de riscos é diretamente responsável por melhorar a segurança no transporte, com práticas que vão da identificação e avaliação de ameaças até a adoção de medidas preventivas eficazes.

O que é gestão de riscos no transporte?

A gestão de riscos no transporte pode ser definida como a prática de reduzir ou evitar os sinistros e os prejuízos. É um processo proativo que envolve a identificação e avaliação de todos os riscos envolvidos, resultando na implementação de medidas que os minimizem ou eliminem.

 

Essa gestão abrange uma atenção especial a três tipos principais de ameaça:

  • Riscos operacionais: relacionados a questões internas no processo logístico, como erros humanos, problemas mecânicos nos veículos, atrasos e falhas de comunicação.
  • Riscos financeiros: perdas diretas por sinistros, aumento dos custos de seguro, multas por descumprimento de normas e prejuízos causados por avarias nas mercadorias.
  • Riscos criminais: ameaças externas e intencionais, como roubos de cargas, sequestros e fraudes.

 

Impactos diretos da gestão de riscos na segurança

A aplicação de uma gestão de riscos eficaz tem um impacto direto na segurança no transporte. Para conseguir bons resultados, a palavra-chave é prevenção.

Redução de acidentes

A análise de riscos permite identificar pontos críticos nas rotas, como trechos perigosos, áreas de alta incidência de acidentes e condições climáticas desfavoráveis.

 

Com essas informações, as empresas definem trajetos mais seguros, estabelecem limites de velocidade e até mesmo determinam a melhor hora para o transporte.

 

Além disso, a gestão de riscos envolve a verificação rigorosa das condições veiculares por meio de manutenção preventiva e capacitação dos motoristas, garantindo que eles estejam preparados para lidar com qualquer imprevisto.

Prevenção de roubos

O gerenciamento de risco é a principal barreira contra a criminalidade. A identificação de possíveis riscos e de áreas perigosas é o primeiro passo. Tecnologias como rastreamento veicular, telemetria e o uso de inteligência de rotas se tornam indispensáveis nesse processo.

 

Essas ferramentas permitem o monitoramento contínuo e ininterrupto das viagens, alertando a central de operações em tempo real. Isso faz com que as medidas de segurança no transporte sejam proativas e não apenas reativas.

Cumprimento de exigências legais 

Aderir às normas da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e a outras legislações que tratam do transporte de cargas não é apenas uma forma de evitar penalidades, é também uma forma de garantir a segurança dos envolvidos na operação.

 

A gestão de riscos deve levar em conta todas as leis e, assim, ter segurança jurídica e operacional.

 

Principais riscos no transporte e como mitigá-los

Como já vimos, o transporte de cargas é uma atividade complexa, com diferentes tipos e níveis de risco. Veja quais são os principais e como evitá-los.

 

Riscos operacionais

 

  • Falhas mecânicas: podem ser prevenidas com manutenção preventiva. Um cronograma rigoroso de revisão de pneus, freios, motor e outros componentes reduz a chance de falhas na estrada.
  • Erros humanos: são minimizados com treinamento contínuo. Motoristas capacitados, que conhecem as melhores práticas de direção defensiva e estão cientes dos protocolos de segurança, são os maiores aliados contra acidentes.

Riscos criminais

 

  • Roubos de cargas: medidas de segurança no transporte incluem o uso de rotas seguras, monitoramento constante e adoção de tecnologias de rastreamento e monitoramento em tempo real. Escolta armada em áreas de alto risco pode ser uma opção.
  • Fraudes: podem ser combatidas com o uso de sistemas de verificação de documentos e o uso de tecnologia para autenticar a identidade de motoristas e ajudantes.

Riscos ambientais

  • Vazamento, explosão, derramamento: para o transporte de produtos perigosos, é fundamental ter um plano de contingência que detalhe os procedimentos adequados em caso de vazamento, explosão, derramamento de combustível ou qualquer outro tipo de incidente que possa causar danos ao meio ambiente.

 

Como a gestão de riscos fortalece a segurança no transporte

O gerenciamento de riscos envolve prevenção, tomada de decisão baseada em dados e redução de custos.

Prevenção de falhas e incidentes

A análise de riscos é a base da prevenção. Ao mapear os pontos fracos da operação, uma empresa pode agir antes que um problema aconteça.

 

Se a análise de dados mostrar, por exemplo, que a incidência de acidentes é maior em uma determinada curva de uma rodovia, a empresa pode indicar uma rota alternativa ou orientar seus motoristas a redobrarem a atenção.

Tomada de decisão baseada em dados

Telemetria, sensores e históricos das viagens permitem que a tomada de decisão seja baseada em dados.

 

Informações sobre o comportamento do motorista (como acelerações ou frenagens bruscas), consumo de combustível e localização exata do veículo fornecem um panorama completo da operação.

 

Isso permite identificar condutores que precisam de treinamento e planejar rotas mais eficientes para garantir a integridade da carga.

Redução de custos com sinistros e paradas operacionais

A prevenção, por si só, já traz economia. Cada roubo, acidente ou avaria evitada se traduz em menos prejuízo. 

 

A gestão de riscos reduz custos com seguro, taxas de inatividade do veículo e reparos. Ou seja, a relação entre prevenção e economia é direta e inquestionável. Investir em segurança é, na verdade, investir em lucratividade.

Passos para implementar uma gestão de riscos eficiente

A implementação de uma gestão de riscos eficaz não precisa ser um processo complexo. Para facilitar, listamos a seguir alguns passos práticos e efetivos. Confira o passo a passo da gestão de riscos eficiente.

 

  1. Mapeie os riscos: identifique os riscos específicos da operação, considerando o tipo de carga, as rotas e os locais de atuação.
  2. Estabeleça protocolos: crie planos de ação para cada cenário de risco, definindo o que fazer em caso de roubo, acidente, falha mecânica etc.
  3. Capacite colaboradores: desde motoristas até a equipe de logística, oriente todos sobre os protocolos e a importância da segurança.
  4. Adote tecnologias: invista em ferramentas adequadas como rastreamento, telemetria e sistemas de gestão de frotas.
  5. Revise processos regularmente: a gestão de riscos não é estática. Avalie e atualize seus protocolos com frequência para adaptá-los às mudanças do mercado.

 

Cases de sucesso: Veja como grandes empresas transformaram sua gestão de riscos

A Unilever é um exemplo da eficácia da gestão de riscos. Para enfrentar desafios, como altos índices de sinistralidade e custos elevados, a empresa aprimorou a segurança das operações com tecnologia.

 

Em parceria com a nstech, implementou o Programa de Prevenção de Acidentes. A iniciativa incluiu o mapeamento detalhado dos riscos e a reestruturação completa dos processos de gerenciamento.

 

O resultado foi impressionante: uma redução de 81% nos roubos e acidentes, gerando uma diminuição dos prejuízos de mais de R$17 milhões.

Clique aqui e leia mais detalhes.

Outros exemplo de boa gestão de risco

Além da Unilever, outras grandes companhias tiveram resultados expressivos ao implementar novas ferramentas de gestão de riscos. Em parceria com a nstech, a Axon zerou a taxa de sinistralidade, reduziu custos e agregou valor às operações dos clientes.

 

Já a Marfrig aliou a solução de gerenciamento de riscos da nstech com inteligência de dados e reduziu em 40% sua taxa de risco em um ano. O resultado foi de R$2,1 milhões em cargas recuperadas.

Conclusão

A segurança no transporte começa com a prevenção. Não se trata de reagir a um problema, mas, sim, de criar um ambiente operacional onde os eventos de riscos são minimizados.

 

Uma gestão de riscos é a estratégia que permite que empresas de todos os portes não apenas evitem prejuízos, mas também construam uma operação mais eficiente, segura e confiável.

 

Quer saber como a nstech se tornou referência em gerenciamento de riscos nas operações de transporte? Fale com um especialista e peça uma demonstração.

 

 

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