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Como implementar o Pagamento Eletrônico de Frete?

Tecnologia e InovaçãoTransporte e Logística

Escrito por nstech

freeway toll booth, Checkpoint on the road

O Pagamento Eletrônico de Frete (PEF) é uma solução moderna e segura que está transformando a forma como as transportadoras e os transportadores autônomos realizam transações.

Além de trazer mais transparência às operações de transporte de cargas, o PEF ajuda a reduzir fraudes e agiliza o pagamento do frete.

Se você deseja implementar essa solução na sua transportadora, este guia vai explicar como implementar o PEF, quais são os requisitos e os benefícios dessa mudança.

O que é o Pagamento Eletrônico de Frete (PEF)?

O PEF é um meio de pagamento digital que substitui a tradicional carta-frete em papel. Ele foi criado para dar mais segurança e garantir a rastreabilidade nas operações de transporte.

O PEF é obrigatório? 

Sim. Desde que a medida foi regulamentada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o uso de uma Instituição de Pagamento Eletrônico de Frete (IPEF) se tornou obrigatório para operações de transporte.

Qual é o objetivo do PEF?

O objetivo do PEF é modernizar o setor de transporte, reduzir fraudes e garantir que os transportadores e motoristas autônomos recebam seus pagamentos de forma ágil e transparente.

Passo a passo para implementar o PEF na transportadora

Implementar o Pagamento Eletrônico de Frete (PEF) é essencial para transportadoras que desejam modernizar operações, garantir conformidade e aumentar a segurança nos pagamentos.

Ao seguir esse passo a passo detalhado fica muito mais fácil adotar o PEF corretamente:

1. Escolha uma instituição financeira homologada pela ANTT

A ANTT exige que os pagamentos de frete sejam processados por instituições autorizadas, garantindo rastreabilidade e segurança. O primeiro passo é pesquisar bancos e fintechs homologadas.

Compare taxas e benefícios. Algumas instituições oferecem integração direta com sistemas de gestão. A instituição deve auxiliar na emissão do CIOT e na resolução de problemas.

Dica: opte por soluções com APP para motoristas, facilitando a validação de pagamentos em viagem.

2. Cadastre operações com o CIOT 

O Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) é um código único que registra cada frete. Ele traz informações sobre o valor do serviço, dados do motoristas e informações de pedágio (quando aplicável).

A emissão do CIOT pode ser feita através da plataforma da instituição financeira (geração automática) ou via sistema de gestão de fretes (TMS) integrado ao PEF.

Atenção: o CIOT deve constar no CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico) e no comprovante de pagamento do serviço de transporte.

3. Integre o PEF ao seu Sistema de Gestão (TMS/ERP)

Com a integração de sistemas, o objetivo é eliminar processos manuais, agilizar a conciliação financeira e reduzir erros ou fraudes. 

As opções vão de sistemas prontos (TMS com módulo PEF) que já possuem conexão com bancos homologados ou APIs de pagamento. Elas conectam seu software diretamente à instituição financeira.

Dica: consulte seu fornecedor de software sobre integrações disponíveis.

4. Treine motoristas e equipe interna

É importante que todo motorista, incluindo o transportador autônomo de cargas, saiba da obrigatoriedade e das vantagens do PEF. 

É necessário saber como receber e validar pagamentos via PEF (APP ou SMS), como consultar comprovantes digitais e o que fazer em caso de falhas no sistema.

Além disso, a equipe administrativa também deve ser capacitada para a emissão do CIOT e CTe, monitoramento de pagamentos pendentes e conciliação bancária automática X manual.

Sugestão: faça treinamentos práticos e disponibilize manuais de uso.

5. Realize testes e ajustes antes da migração total

É fundamental que sejam feitos testes para validar se o PEF está funcionando corretamente. Simule pagamentos em pequenas rotas antes de escalar, verifique a geração automática do CIOT e confira se os comprovantes estão sendo recebidos corretamente.

Os problemas mais comuns costumam ocorrer por falha na integração com o TMS, atraso na confirmação de pagamentos e dificuldade dos motoristas com o APP.

6. Mantenha a documentação organizada

Os documentos relacionados ao transporte de cargas precisam ser organizados e armazenados. Mantenha os comprovantes de pagamento arquivados por 5 anos, conforme determina a lei. Registros de CIOT e CTe vinculados aos fretes também devem ficar armazenados.

Dica: use sistemas em nuvem para evitar a perda dos dados.

Vantagens do Pagamento Eletrônico de Frete

O PEF tem uma série de vantagens. Os principais benefícios são:

  • Redução de fraudes: o PEF elimina riscos de documentos falsificados.
  • Agilidade no pagamento: os motoristas autônomos recebem mais rápido.
  • Transparência: todas as transações são registradas digitalmente.
  • Cumprimento legal: evita multas por não conformidade.

O que acontece com quem deixa de emitir o PEF?

A implementação do Pagamento Eletrônico de Frete (PEF) é obrigatória para transportadoras e embarcadores desde que a medida foi regulamentada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). 

Quem não cumpre a norma está sujeito a penalidades, fiscalização e até mesmo a interrupção das operações de transporte.

Riscos para motoristas autônomos e transportadores

Deixar de emitir o PEF traz uma série de problemas. Um deles é a dificuldade para receber o pagamento. Sem o PEF, o pagamento do frete pode ser negado ou atrasado. O documento é a comprovação obrigatória do serviço prestado.

Problemas com a fiscalização nas estradas são outro risco. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e agentes da ANTT podem reter o veículo se não houver comprovação eletrônica do frete.

Por fim, há chance de o transportador perder direitos e benefícios. Os motoristas que não têm o PEF registrado podem ter dificuldades em acessar programas como o vale-pedágio obrigatório e outros auxílios.

Em resumo, deixar de emitir o Pagamento Eletrônico de Frete (PEF) pode trazer multas, bloqueios operacionais e prejuízos financeiros para transportadoras, embarcadores e motoristas autônomos.

A melhor estratégia é adequar-se à lei, garantindo que todas as operações tenham o PEF registrado corretamente. Dessa forma, a transportadora evita riscos e mantém sua operação em conformidade com as normas da ANTT.

Como otimizar a emissão de documentos obrigatórios no transporte de cargas?

A tecnologia é a melhor resposta para essa pergunta e a nstech oferece uma solução completa e homologada para simplificar a gestão de documentos eletrônicos no transporte de cargas: PEF, CTe, MDFe, CIOT e outros.

Entre as funcionalidades estão:

  • emissão automatizada do PEF,
  • integração com instituições homologadas para garantir pagamentos seguros,
  • geração do código CIOT,
  • registro do vale-pedágio obrigatório,
  • gestão de CTe,
  • armazenamento de documentos fiscais eletrônicos,
  • validação automática pela Sefaz,
  • sistema em nuvem disponível 24/7,
  • aplicativo móvel para motoristas,
  • integração com outros sistemas de gestão logística.

A nstech é a solução ideal para transportadoras e embarcadores que precisam emitir documentos obrigatórios como PEF, CTe, MDFe e CIOT com segurança e eficiência.

Com tecnologia homologada e suporte especializado, sua transportadora elimina riscos de multas, agiliza pagamentos e otimiza a gestão do transporte de cargas.

Quer saber mais?

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