Case de sucesso: como a Rumo reduziu filas e otimizou o pátio de Rondonópolis com soluções nstech
maio, 2025 / Por nstech
Durante muitos anos, a Carta Frete foi utilizada no transporte rodoviário de cargas como forma de pagamento aos caminhoneiros. Ainda que o método fosse comum, ele gerava problemas: limitava a liberdade do transportador autônomo de cargas, favorecia determinados postos de combustível e não dava transparência às operações.
Por essas razões, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) proibiu o uso da Carta Frete e criou regras de pagamento rastreáveis. O objetivo foi a valorização do profissional do transporte, a segurança nas transações financeiras e a formalização do setor logístico.
Realizar o pagamento do frete conforme a lei não significa apenas segurança jurídica, mas também melhora a imagem da empresa e garante a competitividade. Neste artigo, você vai entender quais são as alternativas que substituem a Carta Frete na hora de pagar os serviços de entrega da carga.
A Carta Frete era um documento usado para remunerar motoristas autônomos pelo serviço de transporte rodoviário de cargas.
Na prática, em vez de receber o valor do frete em espécie ou em conta corrente, o caminhoneiro recebia uma carta que só podia ser trocada por combustível ou produtos em postos conveniados.
Embora fosse amplamente adotada, a ANTT entendeu que a modalidade gerava distorções no mercado, incentivava a informalidade e prejudicava os caminhoneiros. Por esse motivo, seu uso está proibido desde 2010 por meio da Lei nº 12.249/2010,
Para corrigir essas distorções, a ANTT estabeleceu regras claras sobre o pagamento de fretes. Atualmente, o pagamento deve ser feito exclusivamente por meios eletrônicos, depósito em conta ou cartão-frete regulamentado.
O descumprimento da norma pode gerar:
Após a proibição da Carta Frete, a legislação brasileira passou a exigir meios de pagamento mais transparentes, rastreáveis e seguros. As alternativas atuais garantem a remuneração justa dos caminhoneiros e a conformidade das transportadoras com as normas da ANTT.
O Pagamento Eletrônico de Frete (PEF) é o principal mecanismo estabelecido pela ANTT para substituir a Carta Frete.
Nesse sistema, cada operação de transporte deve ser registrada com um CIOT – Código Identificador da Operação de Transporte, que garante a rastreabilidade da transação.
O pagamento é processado por Instituições de Pagamento Eletrônico de Frete (IPEFs), empresas autorizadas pela ANTT para intermediar os valores. A modalidade assegura que o caminhoneiro receba corretamente o valor acordado e que a transportadora esteja dentro da legalidade.
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Além do PEF, a legislação também permite que o pagamento do frete seja feito diretamente ao caminhoneiro por meios eletrônicos tradicionais e rastreáveis, como:
Outra alternativa legal é o Cartão Frete regulamentado pela ANTT, emitido por instituições financeiras credenciadas.
Esse cartão funciona como um meio de pagamento eletrônico exclusivo para operações de transporte e permite que o motorista saque o valor ou o utilize para compras.
A grande diferença em relação à antiga Carta Frete é que o Cartão Frete atual é regulado, transparente e atrelado ao CIOT, garantindo segurança jurídica e evitando os problemas que existiam no passado.
A adoção de meios de pagamento regulamentados pela ANTT é uma obrigação legal. Além disso, serve como uma oportunidade para transportadoras e caminhoneiros obterem ganhos reais em segurança, eficiência e profissionalização.
Veja as principais vantagens:
Os valores do frete passam a ser pagos de forma clara, registrada e comprovável. Isso evita negociações paralelas e aumenta a confiança entre transportadora e motorista.
Ao eliminar práticas informais, como a Carta Frete, o risco de fraudes e cobranças abusivas é reduzido. Além disso, processos eletrônicos diminuem os custos administrativos e simplificam a gestão financeira.
Com pagamentos oficiais e rastreáveis, as transportadoras fortalecem sua conformidade com a legislação e contribuem para a profissionalização do transporte rodoviário de cargas no Brasil.
O uso de CIOT e de meios eletrônicos garante que cada operação seja devidamente registrada, facilitando auditorias, dando acesso a relatórios e aumentando a visibilidade de toda a cadeia logística.
Ao receber de forma justa e legal, o motorista ganha autonomia sobre seus recursos, evita dependência de intermediários e conquista melhores condições de trabalho. O resultado é mais satisfação e produtividade.
Cumprir as regras da ANTT sobre o pagamento de fretes é essencial para evitar multas e garantir a credibilidade da empresa no mercado. A boa notícia é que existem caminhos práticos para se adequar e manter a operação totalmente regularizada.
O uso de plataformas digitais desenvolvidas para a gestão dos pagamentos de frete é uma das formas mais eficientes de garantir a conformidade.
Sistemas de Pagamento Eletrônico de Frete (PEF), como o oferecido pela nstech, permitem emitir o CIOT automaticamente, registrar todas as operações e efetuar os repasses de forma segura e transparente.
Além de simplificar processos, essas ferramentas reduzem os riscos de erro humano e otimizam o tempo da equipe administrativa.
A adequação à legislação exige que motoristas autônomos e embarcadores compreendam como funcionam os novos meios de pagamento.
Programas de treinamento e campanhas de comunicação interna ajudam a esclarecer dúvidas, reduzir a resistência e incentivar a adoção de práticas mais seguras e profissionais.
Para manter a empresa em dia com as normas, é fundamental criar rotinas de auditoria interna e acompanhar de perto as atualizações e exigências da ANTT.
Monitorar a emissão de CIOT, revisar contratos e manter relatórios financeiros organizados são passos que evitam multas e dão previsibilidade aos processos logísticos.
Confira aqui como a Marfrig zerou as pendências no pagamento dos fretes.
A substituição da Carta Frete por alternativas legais marcou um avanço importante para o transporte rodoviário de cargas no Brasil.
Com a regulamentação do PEF pela ANTT, caminhoneiros e transportadoras passaram a contar com meios de pagamento mais justos, transparentes e rastreáveis.
A modernização e a digitalização dos processos de gestão do transporte são peças-chave nesse processo. Além de garantir conformidade legal, elas tornam a operação mais eficiente, segura e competitiva.
Plataformas digitais de Pagamento Eletrônico de Frete (PEF), emissão automática de CIOT e integração com sistemas financeiros são exemplos de soluções que transformam o dia a dia das empresas e melhoram a relação com motoristas autônomos.
Se a sua transportadora faz questão de trabalhar dentro da lei e quer ganhar eficiência, é hora de conhecer as soluções de pagamento de frete e gestão de transportes da nstech.
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